• Elaborar um glossário para unificar conceitos básicos e terminologias;
• Formar, capacitar e valorizar os profissionais e agentes multiplicadores envolvidos nos programas educativos, nos diversos setores da sociedade e do governo;
• Priorizar a capacitação dos participantes das iniciativas já existentes de coleta seletiva solidária;
• Realizar gincanas, olimpíadas, feiras culturais, oficinas de artesanato e arte;
• Elaborar campanhas e materiais para divulgação (folhetos, cartazes etc.);
• Organizar fóruns de discussão, cursos de capacitação, seminários, debates, eventos culturais; desenvolver material educativo e a abordagem porta-a-porta etc.;
• Organizar visitas monitoradas a centros, associações e cooperativas de triagem e de compostagem, a aterros sanitários e a outras unidades de aproveitamento e tratamento de resíduos;
• Definir estratégias educativas de médio e de longo prazo;
• Estimular ações que inibam o descarte ilegal;
• Articular as iniciativas já existentes e difundir experiências de educação socioambiental;
• Realizar planejamento estratégico participativo com gestão compartilhada, para garantir a implementação das ações educativas;
• Obter o apoio da mídia, sobretudo da televisão, salientando a importância de seu comprometimento com a educação;
• Formular propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de forma a responsabilizar os geradores de resíduos.
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