segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Conscientização
A empresa Planetosfera visa algumas estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental separadas em : estratégias gerais, estratégias empresarial, estratégias do poder público e estratégias aos catadores. Mostrando algumas soluções as quais a Planetsfera visa em realizar junto com a ajuda de cada um, assim nossa empresa mostra abaixo tais soluções tentando conscientizar cada um com os problemas ambentais que estamos enfrentando a cada dia que passa, sendo que a ideia de ter consciencia ambiental é saber que a água, essencial para a vida na Terra, está acabando e por isso não devemos desperdiça-la, é separar todo material reciclável para dimunuir a produção de lixo mundial, é usar produtos biodegradáveis, não jogar lixo nos rios, não poluir o ar. Pois esses são recursos os quais nós precisamos, sendo essenciais a nossa sobrevivencia na terra e são eles que o homem está usando ser temer as consequencias no futuro, nós precisamos saber que a natureza é importante à nós e ela não pode acabar como está sendo previsto no futuro pelo uso inadequado do homem ao meio ambiente. Ter conscientização ambiental é saber que a tecnologia não pode substituir a nossa natureza, é saber que não seremos nada sem ela pois nos faltará recursos os quais necessitamos para viver, ter conscientização é saber o perigo que corremos com tudo isso e tentar mudar preservando algo que não é de cada um e sim de todos. Por isso a Planetosfera deseja conscientizar á todos, para que juntos podemos mudar e como consequencia obtendo um futuro melhor. E com isso a natureza agradece.
Estratégias gerais
• Elaborar um glossário para unificar conceitos básicos e terminologias;
• Formar, capacitar e valorizar os profissionais e agentes multiplicadores envolvidos nos programas educativos, nos diversos setores da sociedade e do governo;
• Priorizar a capacitação dos participantes das iniciativas já existentes de coleta seletiva solidária;
• Realizar gincanas, olimpíadas, feiras culturais, oficinas de artesanato e arte;
• Elaborar campanhas e materiais para divulgação (folhetos, cartazes etc.);
• Organizar fóruns de discussão, cursos de capacitação, seminários, debates, eventos culturais; desenvolver material educativo e a abordagem porta-a-porta etc.;
• Organizar visitas monitoradas a centros, associações e cooperativas de triagem e de compostagem, a aterros sanitários e a outras unidades de aproveitamento e tratamento de resíduos;
• Definir estratégias educativas de médio e de longo prazo;
• Estimular ações que inibam o descarte ilegal;
• Articular as iniciativas já existentes e difundir experiências de educação socioambiental;
• Realizar planejamento estratégico participativo com gestão compartilhada, para garantir a implementação das ações educativas;
• Obter o apoio da mídia, sobretudo da televisão, salientando a importância de seu comprometimento com a educação;
• Formular propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de forma a responsabilizar os geradores de resíduos.
• Formar, capacitar e valorizar os profissionais e agentes multiplicadores envolvidos nos programas educativos, nos diversos setores da sociedade e do governo;
• Priorizar a capacitação dos participantes das iniciativas já existentes de coleta seletiva solidária;
• Realizar gincanas, olimpíadas, feiras culturais, oficinas de artesanato e arte;
• Elaborar campanhas e materiais para divulgação (folhetos, cartazes etc.);
• Organizar fóruns de discussão, cursos de capacitação, seminários, debates, eventos culturais; desenvolver material educativo e a abordagem porta-a-porta etc.;
• Organizar visitas monitoradas a centros, associações e cooperativas de triagem e de compostagem, a aterros sanitários e a outras unidades de aproveitamento e tratamento de resíduos;
• Definir estratégias educativas de médio e de longo prazo;
• Estimular ações que inibam o descarte ilegal;
• Articular as iniciativas já existentes e difundir experiências de educação socioambiental;
• Realizar planejamento estratégico participativo com gestão compartilhada, para garantir a implementação das ações educativas;
• Obter o apoio da mídia, sobretudo da televisão, salientando a importância de seu comprometimento com a educação;
• Formular propostas para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, de forma a responsabilizar os geradores de resíduos.
Estratégias empresarial
• Estimular parcerias entre empresas e catadores para a gestão de resíduos sólidos com educação socioambiental;
• Fornecer infra-estrutura para a implantação de Postos de Entrega Voluntária — PEVs de materiais recicláveis e contratar catadores para atuar como educadores nesses postos;
• Apoiar programas públicos de formação de agentes socioambientais;
• Apoiar programas e ações educativas na esfera civil, coordenados por atores da sociedade, não vinculados a interesses de mercado, através da criação de um fundo empresarial e de outras modalidades de captação de recursos;
• Promover eventos segmentados para pequenas, médias e grandes empresas, para estimular o engajamento com o Programa Coleta Seletiva Solidária;
• Participar efetivamente da educação socioambiental na sua comunidade, envolvendo os funcionários das empresas;
• Estimular as empresas a realizarem pesquisas sobre o ciclo de vida de seus produtos;
• Criar um fórum de associações e de sindicatos patronais para o fomento de sistemas de coleta seletiva solidária e de outras ações de educação socioambiental;
• Incentivar as empresas para o desenvolvimento de programas e ações de educação voltadas para os três Rs e para a inclusão social dos catadores;
• Ser exemplo na destinação final de seus materiais e divulgar informações sobre a reciclabilidade desses materiais;
• Desenvolver discussões junto ao setor empresarial sobre as Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Contribuir de forma efetiva, criando espaços de discussão, na elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Implantar um programa de coleta seletiva nas empresas que envolva associações e cooperativas de catadores;
• Divulgar instrumentos que habilitem as empresas como instituições social e ambientalmente responsáveis;
• Divulgar mensagens de conteúdo educativo, nos produtos, voltadas à economia solidária e à sustentabilidade ambiental;
• Engajar as empresas na reciclagem dos produtos fabricados;
• Engajar as empresas no desenvolvimento de pesquisas sobre o ciclo de vida dos produtos, que possam ser utilizadas para eventual redefinição de procedimentos e práticas produtivas;
• Desenvolver um debate público no meio empresarial para divulgação da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária.
• Fornecer infra-estrutura para a implantação de Postos de Entrega Voluntária — PEVs de materiais recicláveis e contratar catadores para atuar como educadores nesses postos;
• Apoiar programas públicos de formação de agentes socioambientais;
• Apoiar programas e ações educativas na esfera civil, coordenados por atores da sociedade, não vinculados a interesses de mercado, através da criação de um fundo empresarial e de outras modalidades de captação de recursos;
• Promover eventos segmentados para pequenas, médias e grandes empresas, para estimular o engajamento com o Programa Coleta Seletiva Solidária;
• Participar efetivamente da educação socioambiental na sua comunidade, envolvendo os funcionários das empresas;
• Estimular as empresas a realizarem pesquisas sobre o ciclo de vida de seus produtos;
• Criar um fórum de associações e de sindicatos patronais para o fomento de sistemas de coleta seletiva solidária e de outras ações de educação socioambiental;
• Incentivar as empresas para o desenvolvimento de programas e ações de educação voltadas para os três Rs e para a inclusão social dos catadores;
• Ser exemplo na destinação final de seus materiais e divulgar informações sobre a reciclabilidade desses materiais;
• Desenvolver discussões junto ao setor empresarial sobre as Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Contribuir de forma efetiva, criando espaços de discussão, na elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Implantar um programa de coleta seletiva nas empresas que envolva associações e cooperativas de catadores;
• Divulgar instrumentos que habilitem as empresas como instituições social e ambientalmente responsáveis;
• Divulgar mensagens de conteúdo educativo, nos produtos, voltadas à economia solidária e à sustentabilidade ambiental;
• Engajar as empresas na reciclagem dos produtos fabricados;
• Engajar as empresas no desenvolvimento de pesquisas sobre o ciclo de vida dos produtos, que possam ser utilizadas para eventual redefinição de procedimentos e práticas produtivas;
• Desenvolver um debate público no meio empresarial para divulgação da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária.
Estratégias do poder público
• Implementar programas de capacitação para educadores da rede pública municipal e estadual;
• Articular o conteúdo do Programa de Educação Socioambiental da Prefeitura com o do Governo do Estado;
• Garantir recursos públicos para fazer diagnóstico participativo;
• Criar e integrar conselhos de representantes das Subprefeituras, e instrumentalizá- las para a educação socioambiental através dos planos regionais;
• Promover diálogo permanente entre as Subprefeituras, visando à implantação, difusão e acompanhamento dos programas educativos;
• Participar da elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Utilizar espaços públicos para atividades de educação socioambiental;
• Desburocratizar o sistema licitatório dos órgãos públicos;
• Estimular e integrar os diversos setores do poder público na implementação de programas educativos;
• Incorporar programas de educação socioambiental nos Planos Regionais das Subprefeituras (planos diretores regionais);
• Incorporar informações sobre sistemas de coleta seletiva solidária em materiais informativos sobre meio ambiente e nas contas de água e de luz;
• Desenvolver parcerias com empresas privadas e com universidades para a formação dos educadores da Secretaria Municipal de Educação e de outros órgãos públicos;
• Articular um fórum de discussão entre as três esferas de governo, para a discussão das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de resíduos sólidos;
• Capacitar técnicos do poder público municipal e estadual para os programas educativos;
• Contratar ONGs e cooperativas de catadores pela Secretaria de Serviços e Obras e/ou Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para formação de catadores;
• Contratar bolsistas do programa social da Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para a divulgação porta-a-porta do Programa de Coleta Seletiva Solidária e das atividades educativas;
• Envolver as entidades, ONGs, associações ambientalistas na divulgação das propostas da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária;
• Atuar em rede com o comércio, com as Subprefeituras de São Paulo e com a sociedade civil, nos locais onde haverá centrais de coleta seletiva solidária;
• Garantir a execução de programas educativos em todas as secretarias da Prefeitura e criar uma coordenação intersecretarial para implementar os programas de educação socioambiental na Prefeitura de São Paulo;
• Integrar outras atividades e programas das secretarias, relacionados com a questão.Estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental
• Articular o conteúdo do Programa de Educação Socioambiental da Prefeitura com o do Governo do Estado;
• Garantir recursos públicos para fazer diagnóstico participativo;
• Criar e integrar conselhos de representantes das Subprefeituras, e instrumentalizá- las para a educação socioambiental através dos planos regionais;
• Promover diálogo permanente entre as Subprefeituras, visando à implantação, difusão e acompanhamento dos programas educativos;
• Participar da elaboração das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos;
• Utilizar espaços públicos para atividades de educação socioambiental;
• Desburocratizar o sistema licitatório dos órgãos públicos;
• Estimular e integrar os diversos setores do poder público na implementação de programas educativos;
• Incorporar programas de educação socioambiental nos Planos Regionais das Subprefeituras (planos diretores regionais);
• Incorporar informações sobre sistemas de coleta seletiva solidária em materiais informativos sobre meio ambiente e nas contas de água e de luz;
• Desenvolver parcerias com empresas privadas e com universidades para a formação dos educadores da Secretaria Municipal de Educação e de outros órgãos públicos;
• Articular um fórum de discussão entre as três esferas de governo, para a discussão das Políticas Nacional, Estadual e Municipal de resíduos sólidos;
• Capacitar técnicos do poder público municipal e estadual para os programas educativos;
• Contratar ONGs e cooperativas de catadores pela Secretaria de Serviços e Obras e/ou Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para formação de catadores;
• Contratar bolsistas do programa social da Secretaria de Desenvolvimento do Trabalho e Solidariedade para a divulgação porta-a-porta do Programa de Coleta Seletiva Solidária e das atividades educativas;
• Envolver as entidades, ONGs, associações ambientalistas na divulgação das propostas da Plataforma de Educação Socioambiental do Programa Coleta Seletiva Solidária;
• Atuar em rede com o comércio, com as Subprefeituras de São Paulo e com a sociedade civil, nos locais onde haverá centrais de coleta seletiva solidária;
• Garantir a execução de programas educativos em todas as secretarias da Prefeitura e criar uma coordenação intersecretarial para implementar os programas de educação socioambiental na Prefeitura de São Paulo;
• Integrar outras atividades e programas das secretarias, relacionados com a questão.Estratégias para implementação de ações e programas de Educação Socioambiental
Estratégias aos catadores
• Promover a conscientização e a valorização do catador;
• Elaborar plano de educação socioambiental tendo como referência exemplos concretos da atuação dos catadores e de suas associações e cooperativas;
• Promover troca de experiências entre as organizações dos catadores, para a valorização profissional, através de cursos de capacitação, de visitas a empresas recicladoras, entre outras;
• Criar equipes, nas cooperativas e associações, para a formação dos catadores;
• Desenvolver cursos de diversificação da coleta seletiva e de reaproveitamento de materiais sob a forma de arte e artesanato, para ampliar os ganhos dos catadores;
• Estimular a sensibilização da população sobre os benefícios sociais e ambientais da coleta seletiva, capacitando-a, através de ação porta-a-porta dos catadores;
• Explicar a cadeia produtiva, o ciclo de vida dos produtos e as possibilidades que os materiais oferecem;
• Desenvolver processos de formação, em diversas competências, dos catadores que fazem triagem, para atuarem simultaneamente como educadores, agentes ambientais e profissionais de reciclagem;
• Promover a criação de espaços nos centros de triagem e nas cooperativas de catadores, para receber a população.
• Elaborar plano de educação socioambiental tendo como referência exemplos concretos da atuação dos catadores e de suas associações e cooperativas;
• Promover troca de experiências entre as organizações dos catadores, para a valorização profissional, através de cursos de capacitação, de visitas a empresas recicladoras, entre outras;
• Criar equipes, nas cooperativas e associações, para a formação dos catadores;
• Desenvolver cursos de diversificação da coleta seletiva e de reaproveitamento de materiais sob a forma de arte e artesanato, para ampliar os ganhos dos catadores;
• Estimular a sensibilização da população sobre os benefícios sociais e ambientais da coleta seletiva, capacitando-a, através de ação porta-a-porta dos catadores;
• Explicar a cadeia produtiva, o ciclo de vida dos produtos e as possibilidades que os materiais oferecem;
• Desenvolver processos de formação, em diversas competências, dos catadores que fazem triagem, para atuarem simultaneamente como educadores, agentes ambientais e profissionais de reciclagem;
• Promover a criação de espaços nos centros de triagem e nas cooperativas de catadores, para receber a população.
Conscientização ambiental
O conceito de sustentabilidade é definido como: método de minimização do uso de recursos de forma que estes não apresentem danos irreversíveis ou sejam permanentemente extintos. A “sustentabilidade” é um dos conceitos mais significativos da atualidade, porque influencia a abordagem global de recursos energéticos, tecnologia, indústria, comunidades de planejamento, economia e políticas governamentais. Durante a última década (1990-2000), sofisticadas soluções de desenho ecológico-arquitetônico foram dirigidos à conservação de recursos, assim como à eficiência energética. O rápido crescimento populacional implica certa dependência do consumo de combustíveis fósseis (diesel e gasolina) para o funcionamento dos meios de transporte, onde os veículos produzem dióxido de carbono que terá que ser absorvido por milhões de árvores, do contrário este será liberado para a atmosfera. Todos esses fatores diminuem a qualidade de vida das cidades. Durante centenas de anos líderes políticos, arquitetos e urbanistas criaram comunidades ideais, preocupados com o bom desenvolvimento das cidades, onde se integram aspectos que emolduram uma conscientização ambiental.
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